Áreas de Intervenção
INTERVENÇÃO EM CRISE
A intervenção em crise é uma abordagem que se justifica em momentos de crise psicológica, tendo objetivos e formas de atuação diferentes da intervenção psicoterapêutica, que é mais longa e estruturada.
A crise psicológica resulta da quebra do funcionamento adaptativo perante um evento ou situação exigente (ex. perda), em que os mecanismos normais de coping não têm êxito, levando a um desequilíbrio psicológico.
AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA
A avaliação psicológica, tem como objetivo essencial o diagnóstico e compreensão de sintomas ou queixas do individuo e é realizada exclusivamente por psicólogos.
Este processo recorre a várias ferramentas como: entrevistas, testes psicológicos padronizados e observação direta em consulta que permite a aferição das áreas problemas do individuo.
A avaliação psicológica dá indicadores do funcionamento do sujeito e permite definir o plano de intervenção a implementar posteriormente. Para além disso, os dados recolhidos permitirão a devolução de resultados e entrega de Relatório de avaliação psicológica ou, quando se justificar, articulação/encaminhamento para outros profissionais.
Áreas de avaliação psicológica:
- Avaliação cognitiva e da inteligência;
- Avaliação pré-escolar e de prontidão escolar
- Avaliação da personalidade e emocional
- Avaliação de Dificuldades de Aprendizagem (ex. Dislexia)
- Avaliação do desenvolvimento infantil
- Avaliação Psicopatológica ( situações de depressão, ansiedade, luto e trauma, entre outras)
PSICOLOGIA EDUCACIONAL
A consulta de Psicologia Educacional é destinada a crianças e adolescentes em idade escolar e pré-escolar e, tem como propósito, a promoção de competências escolares e emocionais que ajudem na adaptação e rendimento escolar dos alunos.
Esta intervenção foca-se num ou vários dos seguintes domínios:
- Bullying em contexto escolar
- Dificuldades de aprendizagem específicas (dislexia, disortografia, disgrafia, discalculia);
- Avaliação e prestação de apoio psicológico/ psicopedagógico com alunos com Necessidades Educativas Especiais
- Perturbações de Hiperatividade /Défice de atenção
- Métodos de estudo
- Baixo rendimento escolar;
- Gestão de ansiedade em momentos de avaliação;
- Indisciplina;
- Programas diversos (e.g. estimulação cognitiva; programas de desenvolvimento de competências pré-escolares; competências sociais e desenvolvimento sócio-afetivo).
PSICOLOGIA CLÍNICA: CRIANÇAS E ADOLESCENTES
A consulta de Psicologia Clínica para crianças e adolescentes procura promover o bem-estar emocional e o desenvolvimento pessoal, prevenindo e reduzindo o sofrimento psicológico.
Incide sobre as seguintes vertentes:
- Perturbações do comportamento (comportamentos de oposição e desafios, problemas de comportamento e de conduta);
- Perturbação de Hiperactividade e Défice de Atenção (PHDA);
- Perturbação de humor;
- Perturbações da ansiedade (fobias, perturbação de pânico, ansiedade e separação);
- Perturbações de eliminação (enurese e encoprese);
- Perturbações alimentares, entre outras.
PSICOLOGIA CLÍNICA: ADULTOS
A consulta de Psicologia Clínica no Adulto tem como objetivo o diagnóstico, tratamento e acompanhamento do indivíduo, no sentido de minimizar o sofrimento psicológico e promover o seu bem-estar e a sua saúde mental.
Existem várias problemáticas comuns na idade adulta e que fazem parte do campo de atuação da Psicologia Clínica, como:
- Perturbações de humor;
- Ansiedade e Perturbações de Pânico;
- Depressão;
- Fobias.
- Distúrbios de personalidade;
- Distúrbios do comportamento alimentar;
- Transtorno obsessivo-compulsivo;
- Crises familiares;
- Intervenção com grupos específicos;
- Doentes de Parkinson e familiares
CONSULTAS DE LUTO
O processo de luto é algo que todos passamos mas sobre o que mais tememos falar.
O luto não é uma doença mas sim um processo. Todavia neste processo, de perdas maiores ou menores, por vezes precisamos de ajuda para os integrar. É neste contexto que surge a consulta do Luto que se orienta pela integração de várias abordagens, utilizando a que se mostre mais indicada ao paciente a cada momento do processo e às necessidades que se levantam.
Trata-se de uma resposta a pessoas que enfrentam perdas e mudanças significativas no seu ciclo de vida. Esta perda pode ser vista num sentido mais amplo como doença crónica e as adaptações que isso implica, bem como situações de divórcio, separação, perda perinatal e perda por morte.
Numa outra perspetiva, a intervenção também poderá fazer sentido nos casos de antecipação e preparação para uma perda eminente.