Patrícia Esperança Lopes

Áreas de Intervenção

INTERVENÇÃO EM CRISE

A intervenção em crise é uma abordagem que se justifica em momentos de crise psicológica, tendo objetivos e formas de atuação diferentes da intervenção psicoterapêutica, que é mais longa e estruturada.

A crise psicológica resulta da quebra do funcionamento adaptativo perante um evento ou situação exigente (ex. perda), em que os mecanismos normais de coping não têm êxito, levando a um desequilíbrio psicológico.

AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA

A avaliação psicológica, tem como objetivo essencial o diagnóstico e compreensão de sintomas ou queixas do individuo e é realizada exclusivamente por psicólogos.

Este processo recorre a várias ferramentas como: entrevistas, testes psicológicos padronizados e observação direta em consulta que permite a aferição das áreas problemas do individuo.

A avaliação psicológica dá indicadores do funcionamento do sujeito e permite definir o plano de intervenção a implementar posteriormente. Para além disso, os dados recolhidos permitirão a devolução de resultados e entrega de Relatório de avaliação psicológica ou, quando se justificar, articulação/encaminhamento para outros profissionais.

Áreas de avaliação psicológica:

  • Avaliação cognitiva e da inteligência;
  • Avaliação pré-escolar e de prontidão escolar
  • Avaliação da personalidade e emocional
  • Avaliação de Dificuldades de Aprendizagem (ex. Dislexia)
  • Avaliação do desenvolvimento infantil
  • Avaliação Psicopatológica ( situações de depressão, ansiedade, luto e trauma, entre outras)

PSICOLOGIA EDUCACIONAL

A consulta de Psicologia Educacional é destinada a crianças e adolescentes em idade escolar e pré-escolar e, tem como propósito, a promoção de competências escolares e emocionais que ajudem na adaptação e rendimento escolar dos alunos.

Esta intervenção foca-se num ou vários dos seguintes domínios:

  • Bullying em contexto escolar
  • Dificuldades de aprendizagem específicas (dislexia, disortografia, disgrafia, discalculia);
  • Avaliação e prestação de apoio psicológico/ psicopedagógico com alunos com Necessidades Educativas Especiais
  • Perturbações de Hiperatividade /Défice de atenção
  • Métodos de estudo
  • Baixo rendimento escolar;
  • Gestão de ansiedade em momentos de avaliação;
  • Indisciplina;
  • Programas diversos (e.g. estimulação cognitiva; programas de desenvolvimento de competências pré-escolares; competências sociais e desenvolvimento sócio-afetivo).

PSICOLOGIA CLÍNICA: CRIANÇAS E ADOLESCENTES

A consulta de Psicologia Clínica para crianças e adolescentes  procura promover o bem-estar emocional e o desenvolvimento pessoal, prevenindo e reduzindo o sofrimento psicológico. 

Incide sobre as seguintes vertentes:

  • Perturbações do comportamento (comportamentos de oposição e desafios, problemas de comportamento e de conduta);
  • Perturbação de Hiperactividade e Défice de Atenção (PHDA);
  • Perturbação de humor;
  • Perturbações da ansiedade (fobias, perturbação de pânico, ansiedade e separação);
  • Perturbações de eliminação (enurese e encoprese);
  • Perturbações alimentares, entre outras.

PSICOLOGIA CLÍNICA: ADULTOS

A consulta de Psicologia Clínica no Adulto tem como objetivo o diagnóstico, tratamento e acompanhamento do indivíduo, no sentido de minimizar o sofrimento psicológico e promover o seu bem-estar e a sua saúde mental.

Existem várias problemáticas comuns na idade adulta e que fazem parte do campo de atuação da Psicologia Clínica, como:

  • Perturbações de humor;
  • Ansiedade e Perturbações de Pânico;
  • Depressão;
  • Fobias.
  • Distúrbios de personalidade;
  • Distúrbios do comportamento alimentar;
  • Transtorno obsessivo-compulsivo;
  • Crises familiares;
  • Intervenção com grupos específicos;
  • Doentes de Parkinson e familiares

CONSULTAS DE LUTO

O processo de luto é algo que todos passamos mas sobre o que mais tememos falar.

O luto não é uma doença mas sim um processo. Todavia neste processo, de perdas maiores ou menores, por vezes precisamos de ajuda para os integrar. É neste contexto que surge a consulta do Luto que se orienta pela integração de várias abordagens, utilizando a que se mostre mais indicada ao paciente a cada momento do processo e às necessidades que se levantam.

Trata-se de uma resposta a pessoas que enfrentam perdas e mudanças significativas no seu ciclo de vida. Esta perda pode ser vista num sentido mais amplo como doença crónica e as adaptações que isso implica, bem como situações de divórcio, separação, perda perinatal e perda por morte.

Numa outra perspetiva, a intervenção também poderá fazer sentido nos casos de antecipação e preparação para uma perda eminente.